ForHosting KIT · Validar e conferir

Detector de injeção de código

Cole admin' OR 1=1 -- e a verificação marca o texto como suspeito, com padrão SQL: é o truque clássico para furar uma tela de login. Também pega tags de script, comandos e caminhos forjados. Grátis no seu navegador.

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Se você digitar
Texto
admin' OR 1=1 --
Você obtém
Padrões detectados
sql

Ferramenta que analisa uma string — input de formulário, parâmetro de URL, linha de log — e aponta padrões típicos de injeção: SQL injection, XSS e injeção de comando. Roda inteira no navegador, grátis e sem cadastro, para investigar entradas suspeitas sem expor dados em ferramenta de terceiros.

Os padrões que a análise reconhece

A verificação procura as assinaturas clássicas de ataque: fragmentos de SQL fora de lugar (aspas soltas, comentários, UNION SELECT), tags e manipuladores de script típicos de XSS, metacaracteres de shell usados em injeção de comando e truques de codificação que tentam disfarçar tudo isso. O resultado mostra o que foi encontrado e onde, para você entender por que aquela entrada merece atenção — e não receber apenas um sim ou não.

Cole o log sem medo

Investigar entrada suspeita costuma esbarrar num paradoxo: o trecho de log tem dado de cliente, e colar isso em ferramenta online qualquer é criar um vazamento para investigar outro. Aqui a análise acontece no seu navegador — o texto colado não é enviado a servidor nenhum.

Encontrou padrão. E agora?

Padrão de injeção numa entrada não significa invasão consumada — significa tentativa, ou às vezes só um falso positivo (um cliente que escreveu “select” numa mensagem legítima). O caminho: confirme se aquele campo passa por sanitização e consultas parametrizadas, procure no log outras entradas da mesma origem e verifique se houve resposta anômala do sistema. Um padrão isolado é rotina da internet; um conjunto coordenado é incidente.

Triagem automática a cada envio de formulário

Casos comuns: revisar de madrugada tudo o que os formulários receberam no dia, varrer um histórico de logs atrás de tentativas antigas, ou marcar entradas suspeitas antes de gravá-las no banco. É uma malha extra de segurança — barata o bastante para rodar sempre, sem pesar no orçamento de ninguém.

Linha estranha no log

O dev de plantão de uma loja virtual em Curitiba nota um parâmetro esquisito no log de acesso às 2h. Cola a linha, confirma o padrão de SQL injection e abre o incidente com evidência em vez de achismo.

Que tipos de injeção ele detecta?

Os padrões mais comuns de SQL injection, XSS (scripts em campos de texto) e injeção de comando de sistema, incluindo variações codificadas. É detecção por padrão: cobre muito bem o repertório conhecido, não a criatividade infinita de um atacante dedicado.

Posso colar trecho de log com dados de clientes?

Pode: a análise roda no seu navegador e o texto não sai da página. Ainda assim, boa prática é boa prática — remova o que não for necessário para a investigação.

Detectou padrão: fui invadido?

Calma. Detectar padrão significa que alguém (ou algum robô) tentou — a internet inteira recebe essas tentativas o dia todo. Invasão é outra conversa: depende de o seu código estar vulnerável. Use o achado para conferir a sanitização daquele campo.

Isso substitui um WAF?

Não substitui e não tenta. Um WAF filtra tráfego em tempo real, na borda; esta ferramenta analisa textos que você escolhe examinar, na investigação ou na triagem. São camadas diferentes que se somam.

Preciso de conta para usar?

Não. Abriu a página, colou, analisou. Cadastro não existe nem para a versão grátis nem como pegadinha para depois.

Tudo nesta página está disponível via API. Esta seção é para equipes que querem integrar a ferramenta aos próprios sistemas; quem não precisa disso pode simplesmente usar a ferramenta acima.

POSThttps://api.kit.forhosting.com/verify/injection

Autenticação por token Bearer. Um único POST coloca a tarefa na fila; o resultado chega por webhook ou link assinado.

curl -X POST https://api.kit.forhosting.com/verify/injection \
  -H "Authorization: Bearer $KIT_KEY" \
  -H "Content-Type: application/json" \
  -d '{"text":"1'\'' OR '\''1'\''='\''1"}'
{
  "text": "1' OR '1'='1"
}
{
  "task_id": "tsk_a1b2c3d4e5f6a1b2c3d4e5f6",
  "type": "verify.injection",
  "status": "queued",
  "_links": {
    "result": "/tasks/tsk_…/result"
  }
}

A API é assíncrona: cada chamada devolve um task_id na hora. Se preferir polling, consulte o status a até 1 requisição por segundo.

por chamadaUS$ 0,002

Preço publicado, sem tokens nem créditos escondidos. Tarefa que falha não é cobrada.

HTTPCódigoO que significa
401unauthorizedToken ausente ou inválido. Confira o header Authorization.
402insufficient_balanceSaldo insuficiente para esta tarefa. Faça uma recarga e tente de novo.
404unknown_typeEsse tipo de tarefa não existe. Confira o campo type no catálogo.
429rate_limitedMuitas requisições em pouco tempo. Espere um instante e tente de novo.

Cole o log sem medo

Pode examinar payloads de formulário, parâmetros capturados e linhas de log internas com a mesma tranquilidade de um editor de texto local.

Triagem contínua via API

Além da checagem manual, a mesma detecção funciona via API a US$ 0,002 por item analisado.

QA de sanitização

A equipe de QA da TecnoSul Soluções Digitais mantém uma lista de payloads conhecidos e confere quais deles o formulário novo deixa passar antes de cada release.

Triagem antes do banco

Um sistema de cadastro chama a API para cada campo de texto livre recebido; entradas com padrão de ataque são marcadas para revisão antes de qualquer processamento.

Quanto custa o uso via API?

US$ 0,002 por item analisado, pago pelo uso, sem mensalidade. A checagem manual no navegador não custa nada e não tem limite.

Ver a documentação completa do KIT →