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Gzip online

Reduza um texto com gzip e veja quanto economizou: no exemplo, uma linha que repete hola oito vezes cai de 39 para 28 bytes. Ao descompactar, você recupera exatamente o original, sem perder nada. Grátis no seu navegador.

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  • Funciona no seu navegador
  • Sem cadastro
  • Seus dados não saem do seu aparelho
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Se você digitar
Texto descompactado
hola hola hola hola hola hola hola hola
Você obtém
Tamanho original (bytes)
39
Tamanho GZIP (bytes)
28

Compacte um arquivo em gzip ou abra um .gz sem terminal e sem instalar nada: a ferramenta roda no navegador, nos dois sentidos. Útil para logs de servidor, exports de banco, sitemaps e qualquer arquivo que circula comprimido no mundo Linux — grátis, sem cadastro, com os dados sempre na sua máquina.

O que o gzip faz com o seu texto

O gzip procura trechos de texto que se repetem e troca cada repetição por uma referência curta à primeira, então quanto mais um texto se repete, menor ele fica. Nada se perde: ao descompactar, cada caractere volta exatamente como era, e por isso ele é usado com confiança em logs, exportações e backups. Além disso, quase toda ferramenta lê gzip desde os anos 1990, então o resultado abre praticamente em qualquer lugar. No exemplo, oito cópias de hola ocupam 39 bytes e só 28 depois da compactação, e a ferramenta sempre mostra os dois tamanhos para você avaliar se valeu a pena.

Quando compactar e os erros mais comuns

Um uso típico é o arquivamento: compactar os logs rotacionados antes de mandá-los para um armazenamento de longo prazo reduz o custo de guardá-los, sem colocar a compactação no servidor da aplicação. O resultado compactado chega como texto em base64, uma forma segura de guardar ou colar. Dois erros são comuns. O primeiro é esperar uma grande redução de um texto curto: o cabeçalho que o gzip acrescenta pode consumir quase toda a economia. O segundo é tentar descompactar algo que não é um resultado gzip em base64, como texto comum ou uma cópia danificada, que não pode ser expandido e é recusado em vez de gerar lixo.

Compactar e descompactar sem linha de comando

Envie o arquivo e escolha a direção: um .txt, .csv, .json ou .sql vira .gz; um .gz volta ao arquivo original. No Windows sem WSL, no computador travado da empresa ou no celular, o navegador dá conta do que normalmente pediria terminal. O conteúdo não muda — só o tamanho e a extensão.

Quando o arquivo enviado já é um .gz, a ferramenta reconhece e oferece a descompressão direto.

Abrir o log .gz do servidor no Windows

O suporte da hospedagem mandou o access.log.gz e a máquina de Thiago Barbosa Lima não tem WSL. Ele descompacta no navegador e abre o log no editor em menos de um minuto.

Conferir o sitemap.xml.gz do site

Antes de reclamar da indexação, vale abrir o sitemap comprimido e ver o que está publicado de verdade — descompacte o .gz e leia o XML na hora.

Compactar o dump antes de guardar

O export .sql do banco de testes ocupava espaço à toa no drive. Comprimido em gzip — formato que qualquer servidor entende —, o backup ficou uma fração do tamanho.

Qual a diferença entre gzip e ZIP?

O ZIP empacota vários arquivos num pacote só; o gzip comprime um arquivo por vez — por isso ele costuma aparecer combinado, como em .tar.gz. Para mandar uma pasta para alguém, ZIP; para logs, dumps e arquivos de servidor, o padrão é gzip.

Abre .tar.gz?

A ferramenta remove a camada gzip: de um .tar.gz sai o .tar, que é o empacotamento interno — uma etapa distinta. Para um .gz simples, sai direto o arquivo original.

Quanto custa usar?

Na página, nada — grátis, ilimitado, sem cadastro.

Posso descompactar um log com dados sensíveis?

Pode: o arquivo é processado no seu navegador e não é enviado a servidor nenhum — o log fica entre você e a sua máquina.

Tem limite de tamanho?

Sim: 25 MB por arquivo. Logs muito grandes valem ser divididos na origem antes.

Tudo nesta página está disponível via API. Esta seção é para equipes que querem integrar a ferramenta aos próprios sistemas; quem não precisa disso pode simplesmente usar a ferramenta acima.

POSThttps://api.kit.forhosting.com/data/gzip

Autenticação por token Bearer. Um único POST coloca a tarefa na fila; o resultado chega por webhook ou link assinado.

curl -X POST https://api.kit.forhosting.com/data/gzip \
  -H "Authorization: Bearer $KIT_KEY" \
  -H "Content-Type: application/json" \
  -d '{"text":"hola mundo"}'
{
  "text": "hola mundo"
}
{
  "task_id": "tsk_a1b2c3d4e5f6a1b2c3d4e5f6",
  "type": "data.gzip",
  "status": "queued",
  "_links": {
    "result": "/tasks/tsk_…/result"
  }
}

A API é assíncrona: cada chamada devolve um task_id na hora. Se preferir polling, consulte o status a até 1 requisição por segundo.

por chamadaUS$ 0,002

Preço publicado, sem tokens nem créditos escondidos. Tarefa que falha não é cobrada.

max_mb25
HTTPCódigoO que significa
401unauthorizedToken ausente ou inválido. Confira o header Authorization.
402insufficient_balanceSaldo insuficiente para esta tarefa. Faça uma recarga e tente de novo.
404unknown_typeEsse tipo de tarefa não existe. Confira o campo type no catálogo.
429rate_limitedMuitas requisições em pouco tempo. Espere um instante e tente de novo.

Gzip: o padrão de compressão do lado do servidor

Quem trabalha com web esbarra num .gz mais cedo ou mais tarde — geralmente numa máquina onde não dá para instalar nada. Enquanto o ZIP domina o mundo do usuário final, o gzip é a moeda corrente dos servidores: logs rotacionados terminam em .gz, dumps de banco viajam comprimidos, sitemaps grandes são publicados como sitemap.xml.gz e as respostas HTTP chegam gzipadas ao navegador.

Compressão no pipeline, via API

Na página, o uso é grátis e ilimitado — e, como tudo roda no navegador, nenhum log ou dump sai da sua máquina. Via API, o gzip entra no fluxo automático: comprimir exports antes de guardar ou transferir, descomprimir arquivos recebidos antes de processar. Cada operação custa US$ 0,002 por chamada, com arquivos de até 25 MB. Para o caso avulso, a página resolve; para o fluxo que se repete, a API assume.

Ver a documentação completa do KIT →